terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Peça de mudança

Eu defini sozinha ao longo da minha pacata existência de 21 anos que a vida é "uma rua repleta de esquinas. Nessas esquinas, esporadicamente, aparece um mulequinho, te mete um tapa na cara e sai correndo. Com o tempo você cria cascos, se acustuma, se adapta". Conversando sobre isso com uma amiga ela disse algo do tipo "Daí então você corre atrás do mulequinho com um tijolo e joga na cabeça dele!". Não não.... Pra quê? Se você é filho da puta no mesmo nível que os demais, você acaba dando continuidade a esse ciclo vicioso que a sociedade apresenta. Pra mudar isso você tem que ser uma peça chave nesse jogo. Uma peça de mudança. Tá tudo entrelaçado na minha cabeça... Mudar o mundo pra mim, tem que começar no indivudual. Se você muda o individual, você muda o coletivo. O processo é extremamente lento mas indubtavelmente gratificante.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Mais um conto de Fadas


Desde muito pequeno ouço falar de que toda mulher encontrará um “Príncipe encantado” que as tratariam melhor que qualquer princesa de contos de fadas. A idéia que é incutida em nossas ingênuas mentes infantis é que este iria lembrar-se de todas as datas importantes da nossa vida, iria abrir todas as portas do mundo para nós, nos fariam sorrir, enxugaria nossas lágrimas (de felicidade, é claro!), nos acompanhariam as compras e as pagariam, dentre muita outras coisas.

Quando adolescente, e já ciente de algumas coisas que me eram omitidas no passado, me disseram que esse mesmo homem com quase todos os atributos físicos do Rodrigo Santoro, seria gay, o que logo me fez sorrir pois a possibilidade parecia bem grande dele o ser: o cara faria tudo para a “amada”, mas nunca diziam que ele seria bem dotado (não que isso importe muito), nem que ele transaria com ela (isso sim seria de muita importância). Em virtude dessa conclusão fatídica para as mulheres e de certa forma orgulhosa para os gays, comecei a minha busca pelo meu “príncipe”: subi masmorras, vi dragões (se é que você entende o trocadilho), e juro que não encontrei o “príncipe encantado”, nem gay nem hétero (se bem que não acredito muito nesse último, pra mim há homem e mulher mal cantados). Nessa minha odisséia tudo que encontrei foram “mendigos amaldiçoados”, que a priori parecem elegantes, nos levam pra jantar, nos chamam de “princesa” (e nem precisa ser trabalhador do ramo de construção civil), nos fazem mil e uma promessas e depois de uma semana não cumpre nenhuma, não tomam banho, o que diminuía e muito o apetite sexual, e ainda têm a capacidade de dizer que tudo o que buscamos é sexo. Ainda acredito que sexo é importante, mas não é tudo o que buscamos, ainda queremos homens inteligentes (e isso existe, por incrível que pareça), bonitos (acredito que a combinação é que é rara), que não pague tudo para nós, mas que queira dividir suas vidas conosco, que sejam bons amantes e principalmente que nos façam sorrir.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Comunidade "Gay não é ofensa!"


Bom, isso daqui é mais uma propaganda, na verdade, da comunidade Gay não é ofensa! do orkut, que depois de 4 anos de existência e mais de 9 mil membros, foi excluída pelo sistema sem nenhum aviso prévio e nenhuma justificação.
O intuito da comunidade é acabar com esse preconceito implícito que todos vemos existir na vida cotidiana até mesmo dos próprios gays, mesmo que sem intenção. Ao xingar alguém de gay (viado, sapatão, bicha, etc) acabamos alimentando a forma pejorativa que esse termo exerce, aumentando o preconceito. Ninguém se xinga de heterossexual, não é mesmo? Por que o termo gay e suas derivações tem que ser levados como ofensivos? É uma questão a ser refletida.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Abaixo o amor


Filme que deve ser visto!

Abaixo o amor

"Barbara Novak (Renée Zellweger) é uma escritora feminista que, em plenos anos 60, escreve um best-seller chamado "Abaixo o Amor", no qual aconselha mulheres desiludidas com a vida amorosa a manterem apenas relacionamentos casuais, focando mais a conquista do sucesso profissional e sua própria independência. O tremendo sucesso do livro faz com que Catcher Block (Ewan MacGregor), um repórter mulherengo e sedutor, decida se envolver com Barbara apenas para preparar um artigo e mostrar ao mundo que ela nada mais é do que uma fraude."


Vi esse filme ontem na solidão da minha inutilidade e simplesmente me apaixonei por ele. É uma comédia romântica, mas não se compara as idiotices que os EUA produzem. Esse filme tem mais conteúdo, fora que conta com a maravilhosa atuação de Ewan MacGregor (Moulin Rouge).
Vale mesmo a pena! =)


Ficha técnica do filme:

Título Original: Down With Love
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 94 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
2003
Site Oficial: www.down-with-love.com
Estúdio: Fox 2000 Pictures / Regency Enterprises / Jinks/Cohen Company
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Peyton Reed
Roteiro: Eve Ahlert e Dennis Drake
Produção: Bruce Cohen e Dan Jinks
Música: Marc Shaiman
Fotografia: Jeff Cronenweth
Desenho de Produção: Andrew Laws
Direção de Arte: Martin Whist
Figurino: Daniel Orlandi
Edição: Larry Bock

Motivação

Bom, esse post é mais um teste pra ver se essa porra funciona. Eu fiz em blog em parceria com o Reggys, e a nossa intenção (ou a minha intenção, apenas) é desabafar em conjunto. Sempre que nossos amigos quiserem saber como estamos, o que estamos fazendo, etc, que venham até esse suuuuper blog e delirem. É um método fácil, sexy e moderno de integração!
Fora que é puro luxo.
Vamos escrever coisas sérias, ou não.... Sobre a gente, ou não.
Sobre qualquer coisa, ou não.
Aproveitem!
=)